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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Lei de combate ao bulling


  Ero Cunha Cunha compartilhou a própria foto.
29 de Maio às 09:53 · 
  • TV Difusora entrevista educadora e estudantes do CE Edison Lobão
    Desde o início do ano letivo a comunidade do CE Edison Lobão, preocupado com os inúmeros casos de bulling, dentro e fora da escola e visando formar cidadãos que, respeitem as diferenças e valorizem a diversidade, vem desenvolvendo um trabalho , através de textos, debates, filmes... sobre os malefícios que o bulling causa, principalmente, no ambiente escolar.
    Hoje recebemos uma visita da equipe da TV Difusora Sul, que nos procuraram para falarmos sobre a Lei de combate ao bulling, que passa a valer nas escolas. Foram entrevistados(as) a professora Eró Cunha e os(as) estudantes Sabrina Fonseca, Ana Letícia e Marcos Vinícius que discorreram sobre a presença desse tipo de violência nos espaços em que frequentam.
    NOTA: Confira, abaixo, matéria publicada no Correio Braziliense

    “Lei de combate ao bullying passa a valer em escolas particulares e públicas

    (Publicação: 24/05/2012 13:10 Atualização: 24/05/2012 14:02)

    Uma nova lei pretende conscientizar, prevenir e combater o bullying nas escolas públicas e privadas do Distrito Federal. O texto foi publicado nessa terça-feira, no Diário Oficial.

    A Lei Nº 4.837, que foi decretada pela Câmara Legislativa e sancionada pelo governador, define bullying como violência física ou psicológica intencional e continuada "com o objetivo de agredir, intimidar, humilhar, causar sofrimento e dano físico ou moral à vítima”. Comportamentos que se enquadram nesse quadro são muitos, e vão desde agressão física à manipulação de um colega, indução ao preconceito, e isolamento do aluno.

    Ainda segundo a lei, qualquer pessoa que tomar conhecimento de uma vítima de bullying pode formalizar a denúncia junto à direção da escola, na Secretaria da Educação, no Conselho Tutelar, no Ministéiro Público ou na Polícia Civil.

    O texto prevê a realização de pesquisas para identificar causas e consequências do bullying. A capacitação dos professores e pedagogos para identificar e lidar com esse tipo de violência, e a exigência dos estabelecimentos privados de realizarem programas de prevenção ao bullying são outras demandas.

    Pelo decreto, serão necessários conselhos de segurança escolar para organizar seminários, palestras e debates, e também a distribuição de material didático especializado.”
    (http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/05/24/interna_cidadesdf,304004/lei-de-combate-ao-bullying-passa-a-valer-em-escolas-particulares-e-publicas.shtml)
    (Eró Cunha)
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domingo, 22 de abril de 2012



O 3a1 desta noite entrevista a escritora de Moçambique, Paulina Chiziane. Participam da entrevista os jornalistas Lucas Rodrigues, da TV Brasil, e Mara Régia, da Rádio Nacional. O programa é apresentado pelo jornalista Luiz Carlos Azedo. Paulina fala da sua infância e das histórias que ouvia da sua avó. Quem conta um conto, acrescenta um ponto. A escritora conta como foi sua militância pela independência do seu país e do que ela viu em seguida. Com a Guerra Civil que se instaurou no país, Paulina foi atuar na Cruz Vermelha. "Foi minha maior experiência e também decepção", comenta a escritora. Ela via as pessoas morrendo, as bombas caindo e se perguntava o por quê de tudo aquilo. Depois de tanta luta, as pessoas continuavam morrendo. Isso fez Paulina refletir e começar a escrever seus livros. Sobre a literatura brasileira, Paulina diz que tem dois "amantes". O primeiro é Jorge Amado, que fez parte da sua juventude e com quem ela teve um primeiro contato com os escritores brasileiros. O segundo é Vinicius de Morais, o escritor brasileiro que ela mais admira. Paulina levanta, ainda, a importância dos brasileiros também conhecerem um pouco da literatura africana. Além disso, a contadora de histórias, que se tornou um modelo para os jovens escritores africanos, se assusta com o reconhecimento. "Isso é bom e é ruim, porque um modelo é perfeito e eu não sou assim", relata.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Sistema de cotas: justiça ou segregação?



      Ao longo de um tempo tenho me indagado sobre esse tema tão ambíguo, cotas, cotas, cotas...  Se por um lado é muita covardia, com quem muito estuda ao longo de um ano (e porque não dizer ao longo de uma vida) para outros é a realização de um sonho de se formar numa universidade de qualidade sem ter muito trabalho de estudar. Pelo menos é essa a desculpa alegada por alguém que não teve base para passar em uma “uni nada” da vida, alguns é justificável afinal, estudou em colégios da rede publica, e cá entre nós se o ensino da rede publica fosse bom não haveria colégios particulares, os outros, sem comentários.
     No entanto o que dizer da cota racial? Seria um negro menos capaz do que um caucasiano, porque indiretamente é isso que esse sistema de cotas diz. Não seria esse mais um modo de segregação velada?Se for quantidade de melanina que seu corpo possui que define sua vaga nesse processo seletivo, porque das avaliações, porque simplesmente não pedem exames?Pelo menos não teríamos que gastar com fiscais, corretores, entre outros.
     Contudo algumas pessoas justificam tal processo devido ao passado escravista brasileiro, e que o negro sofre ate hoje com preconceitos, humilhações etc., mas creio que só mudaremos o futuro começando pelo presente e não ficando focados com erros do passado, os erros só podem servir como base do que pode e não pode ser feito porem o passado não volta ou você já viu Hitler passando pela porta de sua casa?
     Por fim se as cotas são para trazer mais igualdade para a sociedade e combater preconceito e quem sabe estereótipos deveria abrir algumas alas para loiras, portugueses, ex. presidiários, roqueiros mal vistos por serem considerados ateus; os ateus, ex BBBs, mulheres frutas...                      
                                                                                                                                         Por: Ingrid Reis    
                                                                                                              

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Ser diferente é normal






O vídeo acima, Ser diferente é normal, produzido para o Instituto Meta Social é um criativo material para trabalhar a questão da educação, da educação especial, da inclusão tecnológica, educacional e social no espaço escolar. No caso da menina diferente, acima, de fato, sua diferença é que toca bateria. Ótima mensagem para reflexão e motivação. Diferentes, todos somos, até os siameses e os gêmeos, dito idênticos, possuem suas diferentes, enquanto indivíduo. Aceitar as diferenças no espaço escolar é o primeiro desafio, não apenas do professor como da própria instituição, não fossem assim, e não seria necessário a criação de medidas chamadas afirmativas, promovendo a inclusão não apenas de alunos com alguma deficiência (física, motora, visual, mental, auditiva etc), como de outras vunerabilidades. Entretanto, a aprendizagem, seja na ensino regular como na educação especial, dadas as devidas proporções, ocorre de forma bem similar, em que num grupo temos alunos com aprendem com mais facilidade, outros com maior dificuldade e os que são medianos. Como formador de outros educadores, vejo em minhas turmas formadas por diversos professores, no que tange às tecnologias no meio escolar e suas possibilidades, também esses três grupos bem definidos: os que já possuem uma trajetória no uso das TIC, mas querem se atualizar, os que estão migrando para esse "admirável mundo novo", os que são totalmente leigos... E em todos os grupos sociais que venhamos a reunir, teremos a mesma impressão; SER DIFERENTE É SER NORMAL.

Abaixo, apresentação do vídeo da Menina Diferente, no You Tube: Menina Diferente: esse é o título do novo filme do Instituto MetaSocial criado pela Giovanni+Draftfcb. Essa é a sexta campanha desenvolvida pela agência para a ONG que dá orientação aos pais de filhos com síndrome de Down. No filme, Paula Werneck, atriz que já protagonizou outras campanhas do MetaSocial, está em casa e declara ser uma menina diferente. A suposição leva a crer que essa "diferença" seria por outros motivos até que ela declara que é por gostar de tocar bateria.

O Educa Tube aproveita a notícia que lida no Facebook, para compartilhar e socializar aqui no Educa Tube, por vim de encontro, tanto ao vídeo como ao texto acima:

Estudante de 21 anos é o primeiro com Síndrome de Down a passar no vestibular da Universidade Federal de Goiás

Abaixo, reproduzo, com a devida referência, teor da notícia e imagem: 
Kallil Assis Tavares, 21, é o primeiro estudante com Síndrome de Down a ingressar na UFG (Universidade Federal de Goiás). Ele foi aprovado para o curso de geografia, no campus de Jataí, cidade a 325 quilômetros de Goiânia. O curso tinha concorrência de 1,2 candidatos por vagas. A escolha do curso e a decisão de prestar o vestibular partiram de Tavares, que foi aprovado em seu primeiro processo seletivo. A mãe do estudante, Eunice Tavares, conta que o filho não teve avaliação diferenciada e concorreu "de igual para igual" com os demais candidatos. Por ter uma baixa visão, ele teve uma prova com letras maiores e uma pessoa que leu as questões. Ela conta que, desde a adolescência, o filho despertou um interesse maior pelos mapas. O jovem iniciará a vida acadêmica na segunda-feira, 27. Em entrevista ao UOL, Eunice diz que a família está tranquila em relação à nova etapa da vida de Tavares. Segundo ela, não há nada "especial" planejado para os primeiros dias de aula. Eunice conta que a vida escolar do filho, que frequentava uma escola de ensino regular, foi tranquila: "Ele sempre se preocupou com seus deveres. É algo novo, mas vamos esperar os acontecimentos. E quando forem aparecendo as questões, as soluções virão aos poucos".

Fonte: http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/02/23/estudante-de-21-anos-e-o-primeiro-com-sindrome-de-down-a-passar-no-vestibular-da-universidade-federal-de-goias.jhtm

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Comportamento - Bullying

Embora não seja um fenómeno recente, o bullying tem sido amplamente divulgado pelos meios de comunicação social nos últimos tempos, alertando pais, professores e crianças para a violência física e psicológica a que muitos alunos são sujeitos diariamente dentro do recinto escolar.

O que é?

Resumidamente, o bullying é quando uma ou mais pessoas tenta manter sistematicamente o poder sobre outra pessoa, fazendo ou dizendo coisas que a magoem. No caso das crianças, obullying pode manifestar-se de várias formas: intimidação e agressividade contínua, chamar nomes, exclui-las das atividades, dizer ou escrever coisas desagradáveis sobre a mesma, insultá-las, deixar de falar para elas, ameaçá-las, ridicularizá-las, fazê-las sentirem-se desconfortáveis, assustá-las ou meter-lhes medo, levar ou danificar os seus bens pessoais, obrigá-las a fazerem algo que não querem, bater-lhes.

Porquê o bullying?

Quem pratica bullying fá-lo pelos mais variados motivos: quer ser popular, quer parecer “durão”, quer ser a pessoa que manda, gosta de ser o centro das atenções, gosta que as outras crianças tenham medo dele(a), tem ciúmes da criança que está a atacar, quer alguma coisa que essa criança tem. As crianças que praticam bullying são normalmente altas, fortes, bonitas, impulsivas, dominadoras, intolerantes e emocionalmente mais frias. As vítimas debullying podem ser qualquer criança, mas na maioria dos casos é porque essa criança é, de alguma forma, diferente: estatura pequena/frágil, timidez, cor de pele diferente, peso a mais ou a menos, existência de alguma deficiência, uso de óculos, vestuário, por causa do seu nome ou devido à forma como fala. No fundo, para um bully qualquer criança serve para incomodar, mas principalmente aquelas que parecem não saber ou poder defender-se.

Sinais de alerta

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